Flower 59 Biblioteca de Shakespeare: 2010

sábado, 2 de outubro de 2010

Falso Compromisso-Carole Mortimer





(Wife By Contract Mistress By Demond)


Sofisticação e sensualidade em cenários internacionais.
Eles foram unidos por suas heranças.
Gabriella Benito se apaixonou por Rufus Gresham à primeira vista. Mas ele acreditava que ela quisesse apenas um marido rico, tal qual sua mãe. Cinco anos depois, os dois precisam de uma união de conveniência para receber suas respectivas heranças. No entanto, no dia do casamento, Gabriella fica chocada quando Rufus a beija apaixonadamente! Ele não deixará passar essa chance de tê-la ao seu lado... Sempre que quiser...
Refinados, sensuais, bilionários...
Tudo o que eles querem é viver uma intensa paixão.

Digitalização: Tinna
Revisão: Bruna Cardoso



Tradução: Eugênio Barras
PUBLICADO SOB ACORDO COM HARLEQUIN ENTERPRISES H B.V.S.
Todos os direitos reservados. Proibidos a reprodução, o armazenamento ou a transmissão, no todo ou em parte.
Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência.
Título original: WIFE BY CONTRACT, MISTRESS BY DEMAND
Copyright © 2007 by Carole Mortimer
Originalmente publicado em 2007 por Mills & Boon Modem Romance Arte-final de capa: Isabelle Paiva
Editoração Eletrônica:
ABRETTS SYSTEM
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Impressão:
RR DONNELLEY
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

 


LEMBRANÇAS DE UMA PAIXÃO - LYNNE GRAHAM
Resumo: Os reflexos do sol na água da piscina começaram a dançar diante dos
olhos de Catherine, trazendo de volta a sua mente imagens que a amnésia havia
apagado. Estava na Itália porque fora seqüestrada por Luc, o homem que amara
de todo o coração cinco anos atrás. Nessa época, ele a mantinha como uma
prisioneira, pensando apenas no próprio prazer. Então, apavorada, Catherine
percebeu que, se não escapasse logo dali, corria o risco de mais uma vez se
tornar escrava do poderoso Luc Santini.

 
 
Capitulo I
 
        Luc deixou de lado o relatório financeiro que lia e fitou Catherine com incredulidade:
 - Casar com você ? - perguntou - E por que eu haveria de me casar com você? Trêmula, Catherine pôs a xícara de café sobre a mesa, sentindo que a coragem a abandonava.
 - Só estava imaginando se alguma vez chegou a pensar nisso - comentou, cruzando os dedos para ocultar o tremor. Foi apenas uma idéia.
 - E de quem foi essa idéia? Pelo que sei, você está muito contente com a situação atual.
   Não queria pensar no que Luc havia feito com ela. Mas, com certeza, contente não era a melhor palavra para descrever o que sentia. Amou-o desde o inicio,
com intensidade e força, com desespero por saber que jamais estaria à altura dele.
         Nos últimos dois anos, vivera entre o êxtase e o desânimo. Aquele apartamento luxuoso era uma prisão para ela. Um pássaro lindo e sonoro, guardado numa gaiola dourada para o exclusivo entretenimento de Luc. No entanto, não eram grades que a tornavam prisioneira: era o amor. Fitou-o de soslaio, nervosa. O tom de voz dele fora firme e as palavras, decepcionantes. E agora estava lá, em silêncio, sem olhar para ela. Talvez pensasse em algum ser imaginário, um ente que se atrevera a contaminá-la com idéias ridículas sobre a relação que viviam há algum tempo.
- Catherine... - Luc insistiu, esperando que respondesse à pergunta anterior. Por baixo da mesa, ela cravava as unhas na palma das mãos, arrependida por ter provocado um confronto tão penoso.
- A idéia foi minha e ... eu gostaria que dissesse o que pensa a respeito - mentiu, sabendo que não ia gostar de ouvir o que ele estava prestes a dizer. Se o império da Santini Eletronics falisse da noite para o dia, Luc não estaria tão carrancudo como naquele momento.
- Você não reúne as condições básicas que eu exigiria em minha futura esposa. Pronto, agora já sabe - explodiu, com a rapidez e a frieza que haviam tornado seu nome mais temido que respeitado no mundo dos negócios. - Agora não precisa mais ficar imaginando coisa alguma.
       Pálida, Catherine assustou-se diante de franqueza brutal e cruel que provocara, envergonhada por descobrir que, apesar de tudo, ainda alimentava uma pequena esperança de que fosse diferente. Cravou os brilhantes olhos azuis no rosto dele e respondeu, lutando para conter as lágrimas:
- Não, não preciso mais imaginar nada.
Após a confissão, Luc demonstrava um alivio inesperado para a situação tensa que enfrentavam.
- Não é o tipo de assunto que eu escolheria para o café da manhã – murmurou irritado, mostrando o quanto reprovava o atrevimento dela por ter abordado o tema. - Por que pensou em tentar uma relação que não seria nada fácil para você? Sabe que, como minha esposa, sua vida seria um inferno... Como amante, sou menos exigente do que seria como marido.
        No momento mais angustiante de toda sua vida, ela sentiu que beirava o descontrole e a histeria. A mão morena, bronzeada pelos constantes banhos de sol, deslizavam com descuido por seus dedos, brancos por causa da forca que fazia para mantê-los firmes, cerrados. Embora soubesse que Luc usava mais um dos costumeiros métodos para distraí-la, a eletricidade daquela poderosa química sexual agiu como sempre e expulsou qualquer intenção que pudesse ter de agredi-lo, para demonstrar a dor causada pela desilusão. Com um suspiro, ele afastou o punho da camisa de seda para consultar o relógio.
- Vai se atrasar para a reunião - disse Catherine, levantando-se e percebendo que, pela primeira vez, se sentia aliviada pela aproximação da hora da partida, que normalmente era frustrante e triste. Luc também ficou de pé e aproximou-se dela, encarando-a com expressão curiosa.
- Você esta muito estranha - comentou - Aconteceu alguma coisa ?
        Surpresa, Catherine notou que o outro problema fora deixado de lado, excluído da discussão por algum estranho mecanismo de defesa. Luc não saberia de nada. Afinal, por que estragar as ultimas horas que passavam juntos ?
- Não...o que poderia ter acontecido ? - mentiu, virando-se para não ter que encará-lo.
Com ele aprendera a arte da mentira e da dissimulação. Quando descobrisse o monstro que criara durante aqueles anos de convivência, só poderia culpar a si mesmo.

- Não acredito - insistiu Luc. - Você não dormiu a noite inteira! - e aproximou-se, segurando-a pelos ombros com delicadeza e obrigando-a a encará-lo – Está preocupada com sua segurança ?
        A proximidade e o contato das mãos tão conhecidas causaram uma reação repentina, um arrepio contra o qual era incapaz de lutar. Consciente do efeito que produzia, Luc sorriu satisfeito e cheio de arrogância, passando um dedo pelos lábios dela e fitando-a direto nos olhos.
- Não estou preocupada...
- Ouça, Catherine, algum dia nossos caminhos terão de se separar - falou com voz suave, como se dissesse algo tolo e sem importância. - Mas esse dia ainda está muito longe. Será que Luc tinha consciência do que fazia com ela, quando dizia coisas desse tipo ? E, se sabia, por que se mostrava tão cruel? Com certeza usava os mesmos métodos com os altos funcionários da empresa, estalando o chicote sobre suas cabeças para mantê-los na linha.
      Estava dizendo alguma coisa sobre cotas e ações, mas Catherine recusava-se a ouvir. Só conseguia imaginar quanto tempo levaria até que Luc aprendesse que nunca poderia comprar amor, nem com todo o dinheiro do mundo. Sabia que, enquanto a atração que sentia por ela continuasse intensa, tudo permaneceria como estava. Mas não podia contentar-se apenas com o desejo que, certa vez, de forma tola e ingênua, acreditou ser fruto de emoções mais profundas.
      Nos dias em que Luc estava calmo e sorridente, preocupado apenas em viver a vida e divertir-se, Catherine recebia todas as atenções. Mas o fato de não ter sequer percebido que as ultimas semanas haviam sido um inferno para ela, provava que o vinculo era apenas superficial. De repente, foi obrigada a abrir mão da fantasia que começara a construir dois
anos atrás, apesar de todas as evidencias da realidade. Luc não a amava. Nunca acordara no meio da noite para concluir que não seria capaz de viver sem ela...e nunca chegaria a essa conclusão, porque não era verdade.
- Vai se atrasar - insistiu, desconcertada pela atitude estranha. Quando Luc decidia ir embora, não costumava permitir que nada o retardasse.
Ele a puxou para mais perto, apertando-a contra o peito de maneira possessiva:
- Bella mia - murmurou em italiano, inclinando a cabeça para beijá-la com sensualidade habitual e a experiência torturante que sempre a obrigava a ceder.
     Movida pelo sentimento de culpa que a invadia, Catherine livrou-se do abraço antes que ele pudesse perceber o calafrio que a percorria dos pés a cabeça.
- Não estou me sentindo bem - desculpou-se, apavorada pela possibilidade de ceder mais uma vez.
- Por que não me disse antes? É melhor voltar para a cama e ficar lá descansando - e pegou-a nos braços, levando-a até o quarto. Com um beijo suave nos lábios, Luc a colocou sobre a cama. Analisou o rosto pálido e amedrontado e, impressionado pela fragilidade daquela criatura, suspirou com irritação antes de ameaçar: - Se isso é resultado de mais uma de suas dietas
malucas, sou capaz de perder a cabeça. Quando vai parar com isso? Não percebe que eu gosto de você do jeito que é? Quer ficar doente? Não tenho paciência para essas bobagens, Cathe!
- Não é nada sério - tentou tranquilizá-lo, notando o quanto ele se mostrava aborrecido.
- Trate de ir ao médico ainda hoje! - ordenou. - E se não for, eu vou ficar sabendo. Vou deixar instruções com Stevens quando eu sair.  A referencia do guarda de segurança, que Luc dizia estar lá para protegê-la, mas que, na verdade, devia vigiar cada um de seus movimentos, obrigou-a a enterrar o rosto no travesseiro. Não gostava de Stevens. Era muito formal e servil, e isso a intimidava.

- Mas, Luc...- tentou protestar.
- A propósito - interrompeu ele - como vai indo o segurança? Algum problema?
- Não, nenhum. Só pensei que não tivesse de ficar grudada nele o tempo todo. Não foi por isso que transferiu Sam Kalston? - perguntou, agradecida por poder mudar de assunto, apesar do tema escolhido ser quase incendiário.
-Transferi Sam porque ele estava muito ocupado, flertando com você. Não sobrava tempo para ser competente - afirmou.
- Isso não é verdade. Ele só estava tentando ser gentil, talvez amigável.
- Eu não pago um guarda para ser gentil e amigável. E se você o tratasse como empregado, ele ainda estaria aqui - comentou, demonstrando irritação. – E agora tenho que ir. Eu telefono de Milão. Falava como se fosse lhe fazer um grande favor. Na verdade, Luc telefonava todos os dias, independente de onde estivesse.
       Catherine ficou onde estava, esperando que ele partisse e pensando no que pretendia fazer. Sabia que, no dia seguinte, quando o telefone tocasse, o som ficaria ecoando pelas salas vazias. Por alguns instantes torturantes, examinou cada milímetro do espaço que costumavam dividir. Sombrio e dinâmico, Luc era o inferno na terra para uma mulher frágil e dependente. Durante toda a relação, Catherine nunca tivera uma discussão com ele, porque sabia que não tinha chances de vencê-lo. Por meios limpos ou não, a vitória sempre era dele. As tentativas para afirmar-se diante daquele homem caíram por terra logo no inicio, diante de uma personalidade mais forte e agressiva.
       Luc estava entre os dez homens mais ricos do mundo. Aos vinte e nove anos, era uma posição impressionante. Especialmente para alguém que começara do nada, contando apenas com uma inteligência formidável nas ruas da Pequena Itália, um bairro de Nova York. E continuava subindo. Era sempre o numero um e nunca abria mão de uma possibilidade de triunfo. O poder era mesmo o grande afrodisíaco da humanidade. Luc sempre acabava conseguindo tudo que queria. E para o inferno com os prejuízos e danos que pudesse causar aos outros, desde que as conseqüências não afetassem seu conforto e bem estar. Como precisara lutar muito por tudo o que possuía, as aquisições mais fáceis não tinham valor nenhum. O Lobo Solitário. Era como a revista Times o chamava num artigo recente, onde se esforçavam por penetrar nos mistérios de um jovem de vanguarda cujos métodos eram considerados nefastos pela grande maioria dos conservadores. O tubarão era uma maquina de matar, muito eficiente dentro das restrições do próprio campo de atuação. E os lobos matam pela vida, não por simples prazer
ou divertimento. Luc era considerado um animal terrestre e sedento de sangue fresco. Assim, era o mais perigoso entre todos, principalmente para os incautos, os inocentes e os muito confiantes. O brilhantismo não fora o único responsável pela construção de um império tão vasto. A energia infinita e alto grau de imprevisibilidade , combinados a inteligência, foram capazes de manter os concorrentes sempre atrás, num mercado onde não há misericórdia para os perdedores.
      Catherine podia ter dado ao jornalista a melhor descrição de Luc Santini: Um homem duro, cruel, cínico e egoísta, cuja ambição tinha raízes profundas. Só um tolo atravessaria o caminho de Luc... e só uma mulher sem noção do perigo poderia confiar o coração aos cuidados de um homem como ele.

      Fechou os olhos num súbito espasmo de angustia. Agora estava acabado. Nunca mais veria Luc. Nenhum milagre seria capaz de fazê-la mudar de idéia. O casamento estava fora de questão. Sentindo-se só e desprotegida, cobriu o ventre pouco desenvolvido com a mão e compreendeu que Luc começara a perder sua lealdade e devoção no momento em que suspeitou pela primeira vez que ela carregava um filho seu.
      Uma espécie de instinto a prevenira sobre a possibilidade de a novidade ser recebida como uma traição, um golpe premeditado, como se a gravidez pudesse acontecer sem a participação dele. Pensara muito sobre contar a ele ou não. Então, com medo de ser descoberta, passara a temer Luc Santini. Afinal, quando ele decidisse se casar com alguém do mesmo nível social e intelectual, uma noiva nascida para ocupar os altos postos da sociedade, não iria querer nenhum empecilho, nenhum fantasma do passado capaz de evidenciar as aventuras de um jovem irresponsável e inconsequente. Gelada e quase doente por ter de admitir a verdade que, até então, negava-se a enxergar, enxugou as lagrimas e levantou-se.
     Ele nunca saberia, e essa era a melhor atitude a tomar. Ainda bem que conseguira convencer Sam, o antigo segurança, a ensiná-la o funcionamento do sistema de alarme. Sairia pela entrada lateral, sem chamar a atenção de Stevens. E Luc? Sentiria saudade? Um soluço de dor escapou de sua garganta. Ele ficaria furioso por ter de admitir um fracasso, por não ter percebido que Catherine pretendia ir embora... Mas não teria problemas para substituí-la. Não era uma mulher bonita e especial. Alias, nunca conseguira entender o que podia ter atraído Luc.
     Como podia ser triste por abandonar a vida que levava? Não tinha amigos, pois, quando a discrição é necessária, os amigos são indesejáveis. Aos poucos, Luc a isolara de tudo e todos, de forma que não tivesse outra alternativa senão dedicar-se a ele inteiramente. As vezes se sentia tão só que falava alto consigo mesma. O amor era mesmo uma emoção perigosa. Aos dezoito anos, não passava de um garotinha simples e inocente. E agora, dois anos depois, não era muito melhor, mas, pelo menos, já sabia que nunca mais devia construir
castelos no ar.
“Arrideverci, Luc, grazie tante”, escreveu no espelho com batom.  Um gesto teatral, a ultima nota daquela tragédia que chegava ao fim. Ele não teria sequer o prazer de ler uma carta de cinco paginas, dizendo que ninguém mais seria capaz de amá-lo com tanta intensidade e devoção.
     Através de lições destrutivas e dolorosas, aprendera que Luc não dava tanto valor aos sentimentos. Afinal, não tivera nenhum escrúpulo em usar o amor de Catherine como uma arma contra ela mesma, manipulando suas emoções com cruel habilidade, até que elas se transformassem nas grades invisíveis de uma prisão quase intransponível.








Bem meus caros esta postagem mostra apenas cerca de metade do primeiro capítulo. Eu pretendo colocar 1 cap. por semana, mas para este cap. fiz uma exceção por que a continuação do cap. se passa em outra fase da história tendo se passado quase 5 anos mais tarde, sendo protagonizada tanto na Itália quanto na Inglaterra.




Comentários:

Como já devem ter percebido esta é uma história muito dramática, criada por Lynne Graham (uma autora brilhante, apesar de suas mocinhas de maneira geral terem muito em comum). Em alguns pontos essa história muda um pouquinho, sendo na minha opinião a melhor que a autora já escreveu. Mas vamos analisar o primeiro cap. até o presente momento.

  1. Cathe está gravida e bastante assustada, não tem a quem recorrer e acredita que Luc não aceitaria a gravidez. O relacionamento de 2 anos não a faz feliz, tendo aos poucos afastado-a de tudo e todos, achando que o melhor seria ir embora e esquecer tudo o que houve entre eles. Verdade seja dita depois de tudo o que ele disse quem pode culpá-la?
  2. Verdade que em alguns momentos ele parece se importar com ela, mas ele parece se importar por ela tanto quanto por animalzinho de estimação, sem se importar com seus sentimentos ferindo-a das piores maneiras possíveis. Francamente não sei o que você viu nesse cara. Ele em outras palavras a chamou de burra e prostituta, serve para ser amante mas para esposa nem pensar e ainda tem a cara-de-pau de perguntar o que há de errado.


Bem talvez achem que eu esteja sendo dura demais com o Luc e sendo condescendeste com a Catherine mas é assim que eu penso, e creio que a  Roberta do "Literatura de Mulherzinha" diria que eu fui boazinha com ele isso sim e provavelmente poria a culpa disto por eu ser pisciana. 

                                                                                                       Mo Kantan (Até breve)
                                                                                                                         Yuu